Os planos de saúde nas modalidades individual, familiar e empresarial possuem formas de contratação e características diferentes. Entender como cada modalidade funciona ajuda a compreender quem realiza a contratação, quais pessoas podem ser incluídas no plano e como são definidas as condições do contrato.
Vamos apresentar as principais diferenças entre os planos individual, familiar e empresarial, destacando as características de cada modalidade, suas vantagens, desvantagens e formas de reajuste.
O plano de saúde individual é contratado pelo cliente, geralmente com o apoio de uma corretora especializada, que oferece orientação personalizada. As corretoras ajudam a identificar as melhores opções, de acordo com as necessidades do cliente, seja na escolha da cobertura, da rede credenciada ou no entendimento das condições contratuais."
Dessa forma, o papel das corretoras é valorizado, pois elas facilitam o processo, auxiliam na comparação de planos e ajudam o cliente a fazer a escolha mais adequada conforme seu perfil.
O reajuste é regulado pela ANS, com índices estabelecidos anualmente. Isso oferece proteção contra aumentos abusivos, mas as operadoras podem aplicar o reajuste conforme as faixas etárias.
O plano familiar é uma extensão do plano individual, porém com cobertura para mais de uma pessoa (titular e dependentes). Ideal para quem deseja proteger a família, o plano familiar abrange cônjuges, filhos e, em alguns casos, até pais.
O reajuste é semelhante ao do plano individual, sendo regulado pela ANS. O valor do plano é reajustado anualmente e também conforme a faixa etária dos beneficiários.
O plano empresarial é contratado por empresas para seus funcionários, podendo incluir também dependentes. Diferentemente dos planos individual e familiar, a contratação é realizada pela empresa, que negocia as condições diretamente com a operadora.
Em algumas empresas o custo do plano é pago integralmente pela empresa; em outras, o funcionário participa do pagamento, seja com parte da mensalidade ou por meio de coparticipação.
O reajuste não é controlado pela ANS, e o aumento é aplicado conforme a negociação entre a operadora e a empresa, levando em consideração a sinistralidade. Isso pode resultar em aumentos mais altos do que os planos individuais e familiares.